O índio e o LCDO termo “índio” surgiu, supostamente, quando Cristóvão Colombo chegou à América e, acreditando ter chegado às Índias, chamou os nativos de “índios”. Desde o início da exploração/colonização dos continentes  americanos, os índios foram massacrados, abusados, tiveram suas terras roubadas, sua cultura distorcida e incontáveis foram assassinados.

Nos EUA, para não serem confundidos com os indianos – pois usam o termo indians para ambos -, começaram a chamar os índios de lá por nativos americanos (american natives). Atualmente, os índios de todas as américas são vistos com desconfiança, porque suas culturas foram influenciadas pela malandragem do homem branco e, agora, enquanto alguns tentam preservar os costumes e crenças antigas, outros rendem-se às drogas, ganância, violência, mentiras e outras podridões típicas das civilizações que se estabeleceram sobre suas terras.

Que os índios estão sendo extintos, isso não é novidade. Mas agora, o mundo todo está preocupado com a falta de índio. Só que não é com o índio nativo americano – estão é preocupados com o material índio, derivado da mineração do chumbo e do zinco, raro e de custo elevado. O índio é o único minério condutor de eletricidade e transparente ao mesmo tempo, sendo utilizado massivamente para a produção das telas LCD e indispensável para a tecnologia touchscreen, que a cada ano fica mais popular. O dado mais alarmante vem de estudos recentes, que estimam que as reservas de índio no mundo possam se esgotar até 2020. #OMG

Pela primeira vez, o mundo todo está realmente preocupado com a extinção do índio. Mas com qual índio deveríamos nos preocupar?