Há algumas semanas li uma publicação polêmica no consagrado site Meio Bit.


Anúncio que o autor Marcel Dias postou no Meio Bit.

O motivo da discórdia era se o Google teria cometido um erro de digitação em anúncio do serviço Adwords (links patrocinados) ou se o “erro” era proposital, parte estratégica da criação, parte do conceito do anúncio.

As duas principais hipóteses

  1. Era realmente um erro: puxem as orelhas de quem aprovou o anúncio!
  2. Era parte do conceito criativo, mas com uma perigosa ambiguidade: se os profissionais da área estavam debatendo, imagine só quem não entendeu a sutileza da mensagem? Se o “erro” foi proposital, então ele deu margem ao não entendimento, ao questionamento.


Minha conversa com Newton Alexandria, o Dr. Conteúdo

 

Comentários do artigo

Nos comentários, a maior parte das pessoas demonstrou acreditar que o erro era proposital, uma grande sacada criativa do Google. Defenderam a ideia de forma apaixonada:


Clique na imagem para aumentá-la

Clique na imagem para aumentá-la

Novas evidências e nova hipótese

Não fiquei satisfeito com aquela dúvida deixada. Foi então que encontrei mais dois anúncios da mesma série:

Para minha surpresa, não havia “erro proposital” algum para ilustrar o conceito daquele polêmico anúncio anterior, dos “violãos”.

Teriam feito apenas uma peça com aquela “sacada genial” na campanha? Não acredito.

Conclusão

Minha hipótese favorita no momento é: TODOS QUE “SACARAM” A GENIALIDADE DAQUELE ANÚNCIO ESTAVAM, NA VERDADE, ENCONTRANDO “CHIFRE NA CABEÇA DO CAVALO”.

Ou seja, não foi um erro proposital! Foi simplesmente um erro.

Meus parabéns ao Marcel Dias que não superestimou o erro, como fizeram nos comentários mal-educados lá no Meio Bit, apenas por ter sido da toda-poderosa-de-Mountain-View, Google.

Links relacionados: